Os direitos da pessoa acompanhada passam por:
a) Receber atenção integral, em todas as suas dimensões, de forma acolhedora e compreensiva, sem emissão de juízos de valor;
b) Respeito pelo caracter confidencial do que é partilhado;
c) Poder desistir do acompanhamento em qualquer momento;
d) Ser recebida e ser acompanhada sem descriminação e independentemente da sua idade, género, condição social, orientação sexual, ideologia política ou credo religioso.

Os deveres da pessoa acompanhada passam por:
a) Apresentar-se nos atendimentos na data e hora acordadas;
b) Avisar e justificar, de preferência com uma antecedência mínima de 24 horas, em caso de não comparência a uma sessão marcada. A falta de comparência, salvo com aviso prévio atempado, pode conferir a anulação do pedido de ajuda;
c) Respeitar o número de sessões e o tempo estabelecido para cada sessão.

Linhas Orientadoras
1. O GEscuta assume-se como um gabinete de ajuda em que é utilizado um estilo de relação que lança mão dos conceitos da psicologia humanista e existencial, de técnicas psicoterapêuticas e de Counselling, o que exige uma formação formal por parte dos Escutas voluntários. O GEscuta não é, portanto, um consultório de psicologia ou psicoterapia, nem tão pouco um confessionário.

2. O GEscuta é formado por uma equipa diversificada e multidisciplinar de membros que, de uma forma voluntária, gratuita e responsável, dispõe de um tempo semanal para o acompanhamento de quem o procura.

3. Os membros da equipa fazem formação contínua, de modo a manter um nível elevado de boas práticas e um atendimento padronizado, independentemente da sua formação de base. Poderá, no entanto, haver referenciação para um acompanhamento por um escuta em particular, devido à sua formação complementar específica.

4. Os pedidos para acompanhamento no GEscuta são feitos por telefone, mail ou mensagem para um contacto centralizado. O membro da equipa a quem o pedido for assignado deve contactar a pessoa que o pediu e marcar a data e hora de atendimento, no mais curto espaço de tempo possível.

5. O acompanhamento é realizado no número de sessões adequadas à pessoa e às suas circunstâncias, não devendo ultrapassar o número total de 16, no decorrer de um ano. Cada atendimento deverá ter a duração máxima de 60 minutos.

6. No início do acompanhamento, a pessoa ajudada deverá assinar uma declaração de autorização para o tratamento anónimo dos dados pessoais recolhidos. No final do acompanhamento deverá ser preenchido, de forma anónima e confidencial, um questionário de satisfação acerca do apoio prestado.

7. Os direitos da pessoa acompanhada passam por:
a. Receber atenção integral, em todas as suas dimensões, de forma acolhedora e compreensiva, sem emissão de juízos de valor;
b. Respeito pelo caracter confidencial do que é partilhado;
c. Poder desistir do acompanhamento em qualquer momento;
d. Ser recebida e ser acompanhada sem descriminação e independentemente da sua idade, género, condição social, orientação sexual, ideologia política ou credo religioso.

8. Os deveres da pessoa acompanhada passam por:
a. Apresentar-se nos atendimentos na data e hora acordadas;
b. Avisar e justificar, de preferência com uma antecedência mínima de 24 horas, em caso de não comparência a uma sessão marcada. A falta de comparência, salvo com aviso prévio atempado, pode conferir a anulação do pedido de ajuda;
c. Respeitar o número de sessões e o tempo estabelecido para cada sessão.

9. Se necessário, aquele ou aquela que procuram ajuda podem ser aconselhados a recorrer a outros profissionais, devendo, neste caso, prover aos encargos relativos à ajuda com eles contractada.

10. Os atendimentos são gratuitos, no entanto são aceites donativos que surjam da iniciativa dos ajudados e colocados espontaneamente na caixa existente para o efeito.